Quando me sinto triste com a profissão, como tem acontecido ultimamente, recorro às minhas mais primárias convicções, àquelas que a gente busca lá no fundo da alma, ao "bicho interno" que nos move.
Por quê Medicina? Por quê ser Médico? Por quê Cirurgia?
Não importam obstáculos, governos, Dilmas e Padilhas, golpes abaixo da linha de cintura, rasteiras e apunhaladas pelas costas.
Importa o que eu faço, da maneira que acho correto, dentro das minhas habilidades e limitações. Fora isto... Bem, não tenho nenhum controle, embora tenha meus pontos-de-vista.
Medicina é uma só. Paciente é um só. Não há melhor Medicina, nem pior paciente. Não há classificação ou estratificação quando se fala em sofrimento humano.
Destes princípios nunca abrirei mão.
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